Ergonomia

Ergonomia

Ergonomia


Com o advento da industrialização o homem começou a perceber os benefícios de ter disponível e com maior facilidade alguns "instrumentos" de trabalho, ou "ferramentas", acessórios que complementam o acesso ao mundo produtivo.

Ao mesmo tempo, em decorrência do excesso de exposição a um espaço não planejado ou mal planejado o levou a fortes consequências para sua saúde: 

A repetição dos movimentos, a alta produção com horas de trabalhos incessantes em posições ou com acessórios não adequados ao corpo humano trouxeram doenças ocupacionais e posturais.

Andrea Aparecida Silva, em sua tese de mestrado 'A ergonomia e o ambiente de trabalho", pela Universidade Federal da Paraíba, faz algumas importantes indicações e reflexões sobre as contribuições da ergonomia para o ambiente de trabalho, em especial em bibliotecas.

Uma das mais relevantes observações é a de que a adequação do trabalho ao homem melhora os processos produtivos, o ambiente de trabalho e minimiza impactos externos ao corpo humano.  A grande justificativa em que se apóia a ciência é a de que passamos muito mais tempo no trabalho do que em nossa vida pessoal, por isso, é um ambiente propício ao aparecimento de diversos problemas relacionados às falhas no sistema produtivo.

A palavra ergonomia deriva das palavras gregas ergon (trabalho) e nomos (lei natural) e quem a usou pela primeira vez foi Wojciech Jastrzębowski  que se referiu ao termo num artigo em 1857.

O homem vem estudando não só o meio ambiente, mas também o ambiente “artificial”, criado justamente para nos dar apoio e estrutura para realizar nossa criação, nossa produção e que nos acomode de modo tranquilo, saudável e que promova o desempenho global do trabalhador.

Conheça nosso curso de pós-graduação em Ergonomia.